Ultimo dia com minha Amiga Trans

**Voltando para Mais um Capítulo**

Olá, pessoal! Depois de tudo o que rolou nos últimos dias, a gente decidiu dar uma pausa naquela noite. Estávamos tão cansadas que nem na manhã seguinte aconteceu algo além de um selinho rápido. Só fomos tomar café lá pro meio-dia, porque acordamos tarde—típico de quem exagera na farra.

Eu até pensei em pular essa parte do conto, de tão sem graça que tava de contar, mas agora não tem jeito: preciso apresentar a Carol.

Ela é outra amiga da faculdade, paulista, veio pra cá estudar. A mais velha do grupo—24 anos—e a única que namora. Baixinha, não passa de 1,60m, mas com um corpo que até eu fico babando: loira, coxão, bunda média e uns peitos lindos. Já a vi nua algumas vezes, mas nunca tinha imaginado que algo aconteceria entre a gente, justamente por ela ter namorado. Mas, como vocês vão ver, as coisas mudaram.

Naquela noite, a gente voltou pro mesmo bar da praia. Cerveja, risada e muito mais troca de olhares do que no dia anterior. Eu me segurei pra não provocar tanto, mas depois de algumas doses, não deu—precisei ir ao banheiro. Quando levantei, a Carol perguntou:

— Vai no banheiro, Dan?

— Vou.

— Eu também.

Meu coração disparou, mas mantive a cara de paisagem. Fui fazer o que tinha que fazer, e, alguns segundos depois, a porta do banheiro abriu de novo. Quando saí do box, vi a Dri puxando a Carol pra um beijo. Sorri e me aproximei:

— Vocês não iam me esperar, suas safadas?

Agarrei a Carol pelos cabelos e a beijei, me curvando por causa da diferença de altura. Enquanto isso, senti a mão da Dri deslizando pelo corpo dela, puxando a legging pra baixo. Ajudei a tirar e recuei, puxando a Carol comigo.

Parei de beijá-la e vi a Dri tentando encaixar o pau nela. As duas gemeram baixinho—ela conseguiu. Dri começou a meter com força, e a Carol mordia o próprio braço pra segurar os gemidos.

Me aproximei da Dri, beijando seu pescoço enquanto enfiava dois dedos no seu cu.

— Vai com calma aí… — ela gemeu.

Ignorei e continuei, curtindo cada segundo daquela cena.

Como não podíamos demorar, me ajoelhei no chão do banheiro—que, convenhamos, não era lá muito limpo—e comecei a chupar o grelo da Carol. De vez em quando, a rola da Dri batia na minha boca.

Menos de um minuto depois, a Carol começou a tremer.

— Suas filhas da puta me fizeram gozar! — ela soltou, tirando o braço da boca.

Rimos, e a Dri falou:

— Quase lá…

Abri a boca na frente do seu pau, e ela gozou. Dividi a porra com a Carol num beijo molhado antes de lavar o rosto.

A gente voltou pro bar como se nada tivesse acontecido, mas a tensão no ar era pesada. Mais tarde, já em casa, fingimos normalidade até a hora de dormir.

Por volta da meia-noite, meu celular vibrou. Era a Carol:

*”Em meia hora, abre a porta. Promessa é dívida—e eu sempre pago minhas dívidas.”*

Mostrei pra Dri, e as duas rimos antes de começar a nos beijar.

Quando a maçaneta girou, a Carol entrou no quarto.

— Esperei todo mundo dormir — ela sussurrou, deitando ao meu lado.

Seu beijo era tão gostoso que quase esqueci da Dri—até ela começar a tirar meu short. Abri as pernas, e em segundos senti sua rola grossa entrando em mim.

Agarrei a Carol pra abafar os gemidos. No escuro, com só a luz fraca de um celular, não sabia ao certo quais mãos me tocavam. Só me entreguei e gozei rápido.

Depois, invertemos os papéis. Coloquei a Carol de quatro e me posicionei embaixo dela, chupando seu grelo enquanto a Dri a comia. Foi tão intenso que todas gozamos em menos de dez minutos.

Mas a Dri ainda não tinha acabado. Ajoelhei e a chupei, enfiando dois dedos em mim pra lubrificar antes de meter no seu cu. Ao lado, a Carol se masturbava enquanto assistia. Estiquei a mão e a toquei também, fazendo as duas gozarem quase ao mesmo tempo.

No dia seguinte, a gente saiu cedo. Mas antes de ir, a Carol me puxou de lado:

— Ainda não paguei minha dívida com você. Mas juro que vou pagar—com juros.

Ri e disse que não precisava, mas adianto: ela cumpriu a promessa. E *como* cumpriu.

Muito obrigada por acompanharem! Se quiserem sugerir temas pra próximos contos, deixem nos comentários. E quem ainda não deixou e-mail, aproveitem pra mandar. Sigam meu Instagram também (@my.dudx)—adoro saber o que vocês acham!

Até a próxima!

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